sábado, 31 de janeiro de 2015

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

D. Virgílio Antunes, Bispo de Coimbra, Visita o Agrupamento de Escolas Figueira Norte



D. Virgílio Antunes, Bispo de Coimbra, em visita pastoral pelo Arciprestado da Figueira da Foz, esteve no dia 29 de janeiro, no Agrupamento de Escolas Figueira Norte. Visitou algumas escolas deste Agrupamento: EB 1 e JI de Maiorca e a EB2/3 Pintor Mário Augusto, tendo sido recebido pela direção do agrupamento e pelos demais elementos da comunidade educativa. O Senhor Bispo percorreu as instalações das escolas e os vários setores e cativou com a sua natural e afetuosa simpatia toda a comunidade educativa. E com igual espontaneidade se abeirou de alunos, professores e assistentes operacionais deixando palavras de reconhecimento pelo trabalho realizado e de incentivo para a continuação do empenho.
A visita a este Arciprestado teve início no dia 6 de novembro e encerra no próximo dia 8 de fevereiro.
Nestas visitas pastorais D. Virgílio Antunes quer percorrer todo o território diocesano até 2018.
 Esta iniciativa tem como objetivos: - ajudar as comunidades cristãs a viver a fé com alegria, num esforço cada vez maior por aprofundá-la e fazer dela fonte de dinamismo pessoal, familiar, eclesial e social; fortalecer nos cristãos o entusiasmo de anunciar o Evangelho; fazer a nova evangelização - com novo ardor, novos métodos e novas expressões; incentivar os cristãos e os não cristãos a progredir no caminho do encontro pessoal com Cristo, Único Salvador da humanidade; promover a inserção plena, ativa e responsável de todos os membros do Povo de Deus na Igreja, sacramento universal da salvação e conhecer aqueles que o Senhor confiou ao seu cuidado pastoral e partilhar a alegria de com eles ser cristão e para eles ser bispo.

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Alunos da Educação Especial acompanham a aventura da sementinha

Na sequência da promoção do autor do mês, Alves Redol, e da obra “A vida mágica da sementinha”, obra de leitura obrigatória para os alunos do 5º ano; a BE-A, em articulação com as docentes de Educação Especial: Fernanda Seabra, Isabel Mendes e Eugénia Neves, convidou os alunos da Educação Especial para uma atividade de leitura recreativa. A recetividade foi grande e logo de manhã o grupo compareceu e apresentou-se com vigor e entusiasmo ao “trabalho”.
Os alunos ouviram uma adaptação da referida obra, feita especialmente para eles, e durante a manhã, semearam a leitura. Acompanharam a aventura da sementinha, desde que o António a colocou numa arca bem grande e segura, onde nem os ratos, nem a humidade podiam entrar, e aqui adormeceram, pensando que se tinham esquecido delas; até ao momento em que foram lançadas à terra, para uma nova sementeira.




 
 Viram, ainda, como foram bem cuidadas pelo agricultor e como cresceram fortes e com fartas tranças, tranças feitas espigas que o sol dourou. Mas a aventura da sementinha, agora plantinha, não parou por aqui, depois vieram as ceifeiras, o transporte até à eira, a debulha e finalmente o moinho, onde o grão se transformou em farinha.
 
Toda a história foi ilustrada com as respetivas alfaias agrícolas, que os alunos foram identificando e descrevendo a função, com destaque para o Rafael, um verdadeiro mestre das fainas agrícolas.

 
Mas depois de se ouvir “ Vitória, vitória, acabou a história”, ainda apareceu o “Alto lá” que já tinha vindo de outra história… No fim de uma manhã de trabalho tão produtivo estava a faltar uma coisa. Sabem o que era? Claro, era a merenda, e foi mesmo isso que aconteceu e ao som das canções dos ceifeiros se merendou. Cantares que ajudavam a passar o tempo e a enganar a dureza e as canseiras de um dia de trabalho.
Para a despedida a BE-A ofereceu ainda um saquinho com sementes de aveia para os alunos semearam com a ajuda da professora Célia.
 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Aprender com o Passado, Ensinar para o Futuro.

 A BE-A assinalou, no dia 27 de janeiro, “O Dia Mundial da Memória das Vítimas do Holocausto”. Sensibilizou os alunos para o significado desta catástrofe, que dizimou milhões de vítimas, provocadas pelo genocídio da Alemanha nazi aos judeus, ciganos, homossexuais, pessoas portadoras de deficiência e opositores políticos, entre outros, ocorrido durante a II Guerra Mundial, em vários campos de extermínio espalhados pela Europa.
O Dia Mundial da Memória do Holocausto foi criado por ação da Assembleia Geral das Nações Unidas, pela Resolução 60/7, de 1 de dezembro de 2005. A data de 27 de janeiro tem um significado especial: foi a 27 de janeiro de 1945 que teve lugar a libertação do principal campo de concentração nazi (Auschwitz- Birkenau/ Polónia) pelas tropas da União Soviética.
Com base na proposta de trabalho da Direção-Geral da Educação do Ministério da Educação e Ciência – Aprender com o Passado, Ensinar para o Futuro, os alunos refletiram sobre o significado da afirmação, associada à comemoração e foram alertados para a repetição de idênticos holocaustos, na atualidade.
Das atividades dinamizadas constou uma exposição bibliográfica sobre o tema e um momento de leitura recreativa da obra: “ A história de Erika”, da autoria de Ruth Vander Zee, que relata a história de uma menina que em 1944 sobreviveu ao Holocausto. Foram ainda lidos alguns excertos do “Diário de Anne Frank”, bem como  a evocação da ação humanitária de Aristides  de Sousa Mendes.
Os alunos do 6º A, acompanhados pela professora de Português Clara Ligeiro, assistiram a uma das sessões, com bastante empenho, evidenciando espírito e sentido de responsabilidade cívica.  

 
 
 
 
 
 


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Livros e Leituras- O gato e o escuro

A BE-A em articulação com a docente Maria das Neves, que leciona as turmas do 3º e 4º ano da Escola EB1 de  Alhadas,  levaram os alunos  a mais uma aventura ao mundo dos livros. O pretexto foi a leitura de um excerto da obra “O Gato e o Escuro” de Mia Couto. Os alunos empolgaram-se e quiseram conhecer toda a história. A BE-A entrou na aventura, levou o livro aos leitores e a partir daí foram só descobertas…
Conheceram a vida e a obra do autor  e da ilustradora, descodificaram as palavras inventadas pelo escritor, que a todos espantrigaram , mas que souberam solucifrar. E terminaram com uma aula engatada, não fosse o gato o protagonista da história, ou seria o escuro? Aprenderam muitas coisas!...O antepassado do gato, quando foram domesticados, as espécies existentes, as características fisionómicas e o modo foram vistos ao longo da História.
Conheceram também outros escritores portugueses que gostaram de gatos, entre eles, Eugénio de Andrade e Manuel António Pina e  terminamos a ler o poema  “A gata gatinha” de  Sidónio Muralha”. E não esquecemos o famoso Garfield e a raça original que inspirou o seu criador, o cartoonista, Jim Davis.












O autor do mês

 Alves  Redol foi o autor do mês de janeiro.
António Alves Redol nasceu em Vila Franca de Xira no dia 29 de Dezembro de 1911 e faleceu em Lisboa no dia 29 de Novembro de 1969. Era filho de António Redol da Cruz, um comerciante modesto, e de Inocência Alves Redol, frequentou o Colégio Arriaga, em Lisboa, onde concluiu o curso comercial em 1927.
Espírito curioso, atrás do balcão da loja de seu pai teve oportunidade de se aperceber do mundo dos gaibéus, dos avieiros, dos camponeses e dos pescadores da sua região. Aos 15 anos lançou as suas impressões num artigo que foi publicado na "Vida Ribatejana", semanário da localidade.
Partiu para Angola em 1928, onde ficou durante três anos. Esta passagem por Angola não foi muito feliz, mas trouxe-lhe experiências que lhe deram uma outra visão do mundo e lhe serviram mais tarde na sua actividade literária.
Em 1936 regressou a Portugal e juntou-se ao Movimento de Unidade Democrática, que se opunha ao regime do Estado Novo, tornando-se militante do Partido Comunista. Empregado de escritório de profissão, começa por tomar parte muito activa na vida social da região do concelho de Vila Franca de Xira.
Iniciou a sua actividade literária em 1936 e tornou-se colaborador do jornal O Diabo, para onde escreveu crónicas e contos ribatejanos. No ano de 1939 publicou Gaibéus, romance que retrata as modestas condições de vida dos camponeses da região do Ribatejo. Essa obra, além de marcar, de maneira propriamente dita, o início da sua carreira literária, serve também para consolidar o movimento Neo-Realista em Portugal.
Segundo palavras do próprio Alves Redol, na epígrafe de Gaibéus, "não pretende ficar na literatura como obra de arte. Quer ser, antes de tudo, um documentário humano fixado no Ribatejo. Depois disso será o que os outros entenderem."
Essas palavras, além de resumirem os ideais do movimento Neo-Realista em Portugal, servem também para demonstrar a preocupação que Alves Redol tinha de não ver sua obra literária limitada somente ao campo da ficção. O que ele queria era, a partir da experiência vivida e documentada, transformar a sua obra num instrumento de transformação da sociedade e isso só seria possível da denúncia das injustiças sociais.
Além de ir para a Ribeira do Tejo ouvir as histórias dos trabalhadores e das varinas e do Ciclo do Arroz, "viveu no Pinhão para ficar a conhecer o Douro e as suas gentes, descendo o rio com as tripulações dos barcos rabelos, esteve à beira de um naufrágio nos mares da Nazaré, ao sair para a faina com os pescadores para preparar "Uma Fenda na Muralha".
A Vida Mágica da Sementinha, vai ser  a obra lida pelos  alunos do 5º ano e  a BE-A já tem tudo preparado para motivar os alunos para a leitura.
 

 
   Espera-se uma boa safra de leitura  e de leitores.

 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Alunos do AEFN no Núcleo Museológico do Sal

 
 
 
Alguns alunos do 2º, do 3º ciclo e do Ensino Secundário, do Agrupamento de Escolas Figueira Norte realizaram uma Visita de Estudo ao Núcleo Museológico do Sal, no dia 7 de janeiro, no âmbito do Projeto da Educação Especial “Pontes para a Inclusão”. Foram acompanhados pelos professores de Educação Especial, por duas técnicas do projeto CLDS+ e por uma assistente operacional.
Esta atividade veio no seguimento de uma ação de formação sobre a salicórnia, que teve lugar durante o primeiro período na Escola EB2,3 Pintor Mário Augusto e pretendeu dar a conhecer aos alunos o meio em que se desenvolve naturalmente a planta que substitui o sal na confeção de refeições, bem como algumas profissões locais de antigamente. Teve ainda, como principais objetivos, incentivar a interação com os outros, proporcionar uma atmosfera que encoraje os alunos a explorar o meio ambiente, dar a conhecer as salinas e o seu modo de funcionamento e ensinar a utilizar o sal na alimentação de forma saudável.
Os alunos participaram de forma entusiástica, tendo interagido muito bem com as técnicas do Núcleo, que fizeram uma brilhante apresentação do processo da extração do sal e dos locais onde o mesmo se produz.
No final ainda visitámos um armazém das salinas, tendo alguns alunos solicitado para voltarem na primavera e experimentarem algumas tarefas nesta atividade ancestral.

 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Concurso Nacional de leitura- fase interna de seleção

No dia 15 de janeiro, decorreu, no Agrupamento de Escolas Figueira Norte, a fase interna de seleção, dos leitores apurados para a fase regional do Concurso Nacional de Leitura- 3º ciclo.
Na Escola Pintor Mário Augusto, concorreram alunos das turmas D e E do 7º ano, sob a orientação da professora de Português Irene Fontinha, em articulação com a BE-A.
 Beatriz Branco e Rita Figueiredo, do 7º D e Gonçalo Oliveira, Mariana Fernandes  e Raquel Garcês do 7º E foram os participantes.



 A obra a concurso foi:- Os da Minha Rua, de Ondjki.
E os resultados foram os seguintes:
Parabéns ao vencedor  e a todos os participantes.
Continuem a aprender e a tirar prazer da leitura. 
Quem Lê mais, sabe mais!





 Classificação




5º Lugar




2º Lugar




1º Lugar




4º Lugar




3º Lugar

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Em janeiro cantam-se as janeiras

Os alunos do 6º A voltaram a surpreender, desta vez, na EB2/3 Pintor Mário  Augusto de Alhadas!
 Com sorrisos, entusiasmo, alegria e vozes bem afinadas desejaram à comunidade escolar, no dia 14 de janeiro,votos de um bom 2015, através dos cânticos das janeiras.
 Orientados pelas professoras de  Educação Musical, Cristina  Mendes e Margarida Amaral, saudaram os vários espaços escolares. Não esqueceram a BE-A



 e acompanharam o pequeno-almoço de colegas professores e assistentes operacionais que, servido com doces melodias ainda  se tornou mais saboroso.



E que 2015 nos traga  sempre o alimento para o corpo e para a alma. Esta foi a mensagem que o grupo quis transmitir, nos votos que a todos desejaram.